Que cesse os feitos da lata de Pomarola,
e os caldos ralos de caldo em tabletes.
O mundo todo agita-se em pranto, fomes
e dores: morreu, senhores, Palmirinha.
Onofre, de família, honorável nome,
como faca de depenar e saleiro argênteo
da culinária nacional grão renome.
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Agosto 6, 2008
XXX. Elegia fúnebre a Palmirinha Onofre
Fevereiro 1, 2008
XIX. À monsieur le gouvernateur de l’État
Mariazinha, com’eu queria,
sair-me cá da terra,
dar uma cochiladinha
na caminha do Serra.